Saiba quando adotar a placa do Mercosul
Saiba quando adotar a placa do Mercosul

A partir do dia 30 de junho de 2019, a nova placa Mercosul deverá ser utilizada em todo o país. Essa foi a última data estabelecida pelo Contran para a implementação do novo padrão de chapas, após uma série de adiamentos anteriores. Se não existirem novos adiamentos, o equipamento deverá ser instalado em todos os carros que passarem pelo primeiro emplacamento. Também para os veículos usados, caso haja transferência de propriedade ou se o dono mudar seu local de residência para outro município.

Saiba quando adotar a placa do Mercosul

Entretanto, quem não pretende nem trocar o carro nem se mudar para outro município pode ficar tranquilo. É não há uma data limite para a instalação da nova placa Mercosul em toda a frota do país, segundo Ministério das Cidades, ao qual o Contran é subordinado. “Não haverá a obrigatoriedade de troca de placas para os veículos que já estão em circulação. 

Se o proprietário quiser, contudo, poderá procurar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de sua unidade federativa para efetuar o emplacamento. Mas isso fica a cargo do dono do veículo. A troca das chapas antigas pela nova placa Mercosul “será obrigatória para veículos novos, transferências de propriedade, de domicílio e alteração de categoria“,  complementa o Ministério das Cidades.

Apesar de ser fruto da legislação federal, o ato do emplacamento é de responsabilidade estadual. Desse modo, Detrans das diferentes unidades federativas do país têm autonomia para definir quando a nova placa Mercosul será adotada. Isso, claro, desde que seja respeitada a data limite de 30 de junho. Desde o ano passado, as chapas unificadas já são utilizadas no Rio de Janeiro, no Amazonas, no Rio Grande do Sul, no Rio Grande do Norte e na Bahia. 

Novo modelo de placas propõe mais segurança

O novo conceito tem o objetivo de facilitar a comunicação entre os países pertencentes ao Mercosul. Serão mantidos os atuais sete caracteres alfanuméricos. Isso irá melhorar o controle sobre a evasão fiscal, ampliar a capacidade de fiscalização do transporte rodoviário de cargas e passageiros, maximizar o controle e o monitoramento nas vias urbanas e rodovias e ainda auxiliar no transporte de produtos brasileiros entre as fronteiras. Para quem está preocupado em pagar mais caro, essas alterações não irão alterar os preços das placas. 

Segundo o DENATRAN, os fabricantes de placas serão responsáveis pela produção, logística, gerenciamento informatizado, distribuição e estampagem. Os serviços de estampagem da combinação alfanumérica e o acabamento das placas deverão ser realizados pelo próprio fabricante credenciado junto ao DENATRAN ou por um posto de estampagem por ele contratado, e que atenda às exigências estabelecidas na resolução.

As novas placas possuirão um chip eletrônico e o código de barras bidimensional, mais conhecido como QR Code. Esse chip terá todas as informações do carro que poderão ser acessadas por diversos órgãos governamentais. 

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